RISCOS DE TRANSTORNOS MENTAIS PODEM AUMENTAR PELA FALTA DE ESPAÇOS VERDES NA INFÂNCIA

Estudos apontam que o risco de desenvolver um transtorno mental diminui gradativamente quanto mais tempo você estiver cercado por espaços verdes desde o nascimento até os 10 anos de idade. O espaço verde durante toda a infância é extremamente importante!

Em matéria publicada pelo site Hypescience.com – Atualmente mais da metade da população mundial vive em cidades, e este número tende a aumente cada vez mais. Enquanto isso, o a ONU (Organização das Nações Unidas) prevê que, até 2050, 68% da população mundial viverá em centros urbanos. Ao mesmo tempo a OMS (Organização mundial da Saúde) estima que mais de 450 milhões de pessoas ao redor do mundo sofre de algum distúrbio mental, número que também tende a aumentar com o passar dos anos. De acordo com novos estudos, estes dados estão diretamente relacionados.

Em matéria publicada pelo site Hypescience.com – Atualmente mais da metade da população mundial vive em cidades, e este número tende a aumente cada vez mais. Enquanto isso, o a ONU (Organização das Nações Unidas) prevê que, até 2050, 68% da população mundial viverá em centros urbanos. Ao mesmo tempo a OMS (Organização mundial da Saúde) estima que mais de 450 milhões de pessoas ao redor do mundo sofre de algum distúrbio mental, número que também tende a aumentar com o passar dos anos. De acordo com novos estudos, estes dados estão diretamente relacionados.

MENOS ESTRESSE, MAIS ÁRVORES!

Os estudos mostraram que mais espaço verde na área local cria maior coesão social e aumenta o nível de atividade física das pessoas e pode melhorar o desenvolvimento cognitivo das crianças. Estes são todos fatores que podem ter um impacto na saúde mental das pessoas.

“Com nosso conjunto de dados, mostramos que o risco de desenvolver um transtorno mental diminui gradativamente quanto mais tempo você estiver cercado por espaços verdes desde o nascimento até os 10 anos de idade. O espaço verde durante toda a infância é extremamente importante”, explica Engemann.

Os resultados encontrados pelo estudo variavam de acordo com a doença. O alcoolismo, por exemplo, estava mais fortemente associado à falta de espaço verde durante crescimento, enquanto o risco de desenvolver uma deficiência intelectual não estava de forma alguma associado às áreas verdes na infância.

USANDO A ARQUITETURA PARA EXPLICAR 16 DOENÇAS MENTAIS

“Há evidências crescentes de que o ambiente natural desempenha um papel maior para a saúde mental do que se pensava anteriormente. Nosso estudo é importante para nos dar uma melhor compreensão de sua importância em toda a população”, defende Engemann.

Esse conhecimento tem implicações importantes para o planejamento urbano sustentável, já que há indícios de que uma proporção cada vez maior da população mundial viverá nas cidades nos próximos anos

“A ligação entre saúde mental e acesso a espaços verdes em sua área local é algo que deve ser considerado ainda mais no planejamento arquitetônico e urbano para garantir casas e cidades mais verdes e saudáveis ​​para melhorar a saúde mental dos residentes do futuro”, acrescenta o co-autor Jens-Christian Svenning, professor do Departamento de Biociência da Universidade de Aarhus. [NPR, Universidade de Aarhus]

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2019-07-17T13:43:33-03:00